Estudos curtos sobre funcionalidades que existem de verdade em sites de varejo brasileiro. Uma loja resolveu bem algum problema de prateleira digital; a gente mostra o que ela fez, mede contra requisito publicado, e escreve a receita para qualquer varejo replicar. Sem consultoria abstrata e sem exemplo de conferência gringa.
01 · A prova
Print datado da funcionalidade no ar, com o roteiro de captura versionado e reexecutável.
02 · A auditoria
O que foi medido no navegador, contra requisito publicado por terceiro (Baymard, NN/g, WCAG).
03 · A receita
Os passos de implantação e a lista honesta do que copiar e do que não copiar.
1% dos visitantes clica no carrossel da home e 84% desses cliques ficam no primeiro slide. A Ikesaki deu ao shopper a opção de ver os seis de uma vez, num painel. A ideia é ótima; a auditoria mostra o que está solto em volta dela.
A fila é pública dentro do repositório: funcionalidade de busca interna, filtro de categoria, página de marca e ficha de produto em varejos brasileiros.
Estudo sobre site de terceiro só funciona se as regras forem explícitas. Estas valem para todos os estudos publicados aqui.
Nenhum estudo aqui é só elogio. Toda funcionalidade boa é medida também pelo que está errado em volta dela.
Os varejos estudados não pagam, não patrocinam e não revisam o material. Quando existir qualquer relação, ela vem declarada no topo.
Nada de área logada, dado de cliente, preço negociado ou material recebido em relação comercial. Home, busca, categoria e produto, como qualquer visitante vê.
Site muda. Cada figura carrega a data da captura, e o roteiro que gerou a figura fica versionado para reexecução.
Estatística de terceiro sempre com link para a origem. Medição própria sempre com o método descrito.
A receita de cada estudo é trabalho de front-end e configuração, não projeto de replatform.

Execução de prateleira digital. Enxergamos, priorizamos, criamos, acionamos e confirmamos.